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Se Quero ser Minimalista?

Não…

Se como eu, vocês decidiram viver mais simples, ao começar a ler e pesquisar podem ter muitas dúvidas sobre o que é o minimalismo e se é o caminho que estão a seguir. Eu pelo menos tive grandes dúvidas sobre isso, até me aperceber que não me interessa realmente. 
As minhas dúvidas surgiam porque quando lia sobre minimalismo ou os relatos de verdadeiros minimalistas nos seus blogs eu identificava-me com muitas ideias, mas por outro lado não me sentia minimalista nem tinha nenhuma intenção de adaptar TODA a minha vida ao estilo minimalista que algumas pessoas têm.
Eu ADORO ler blogs de minimalistas, gosto da simplicidade com que vivem, gosto do modo como se organizam, até gosto de aspectos da decoração, como o uso de cores claras e ambientes com aspecto “clean”, mas não quer dizer que queira ser igual em tudo.
Não faço intenções de, por exemplo, viver só e apenas com o que preciso para sobreviver. Há coisas que eu realmente não preciso mas quero na mesma.
Se falo de organização e de planeamento é porque realmente acho interessante e gosto desse assunto. E se muitas ideias são típicas de minimalistas? Sim são. E é normal que sejam pois há muita coisa que eu leio e acabo por encontrar na abordagem minimalista ideias que quero adaptar à minha vida.
Cada um vê e sente o minimalismo à sua maneira, eu não tenho pretensiosismo nenhum em ser chamada de minimalista, a única coisa que pretendo é simplificar a minha vida para não ter tantas chatices e stress e ganhar tempo para o que gosto e quero.
Se me considero minimalista? Não. E ser chamada de minimalista não é de todo o meu objetivo. 

Para mim o importante não é o nome que se dá ao estilo de vida que levo mas sim arranjar maneira de ser mais feliz e realizada. 

E vocês meninas experts do destralhar têm intensões de serem minimalistas sérias ou como eu só querem tentar melhorar a vossa vida e para isso roubam algumas ideias brilhantes dos minimalistas e adaptam-nas a vocês?

Te
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18 thoughts on “Se Quero ser Minimalista?

  1. Exactamente. Adoro o conceito minimalista. Nada de extremos, mas eu para ser feliz, tenho que viver com simplicidade. Gosto de ter coisas.não muitas, mas as suficientes. Gosto de variar na roupa, por exemplo. Gostava de experimentar o projecto 333, isso implica que vou dar mais uso e vai-se estragar mais rápido. Há peças que gosto muito e é mantê-as o máximo possivel. Tento equilibrar as coisas, mas que gosto de uma vida simples, isso gosto.

    🙂

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  2. Olá Te! 🙂
    À exceção de um ou outro blog, não leio blogs minimalistas porque efetivamente não me identifico com o conceito.
    Acho importante ter noções de espaço, de tempo, organização, de prioridades, de desapego do que não faz falta, mas tudo isto são conceitos que embora estejam presentes numa filosofia minimalista, estão muito longe de serem sua pertença.
    O mais importante de tudo é que as pessoas sejam felizes à sua maneira.
    Beijinhos

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  3. Compreendo e identifico-me. Uma das coisas que para mim foi decisivo e que insisto em praticar é deixar de fora de mim e da minha vida a “côdea” da vida dos outros. Fui a um monologo da Marta Gautier em que ela explicava o que era a côdea e o miolo que as pessoas que a rodeiam insistem em lhe dar. A côdea são os desabafos vãos, as intrigas, o pessimismo e todos aqueles assuntos que não merecem palavra mas que insistimos em falar deles todos os dias em jeito de desabafo. Porém esse desabafo é como se despejássemos as más energias que nos atormentam na pessoa que nos ouve. Nós saímos leves e a pessoa recebeu coisas más. O miolo é o reverso são as inspirações, os sonhos, as informações úteis e o positivismo, pode até ser um desabafo mas com uma palavra de animo no final. Eu faço por todos os dias dar e receber mais miolo e menos côdea e isso também é uma forma de dar e receber felicidade e “destralhar” a mente. Não sei se faço sentido mas espero que dê que pensar 🙂

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  4. Penso exactamente da mesma maneira. Por essa razão, adoptei os princípios que me convinham e com os quais me identifico totalmente (planear, simplificar, não acumular) mas não me quero colar rótulos de espécie alguma, porque prefiro continuar a ter total liberdade de escolha, sem me sentir culpada por não conseguir cumprir neste ou naquele aspecto. Portanto, em resposta à tua questão, sim, roubei-lhes algumas das muitas ideias brilhantes e sensatas, adaptei-as à minha realidade e a coisa funciona bem assim. Sem me forçar a ser o que não sou: respeito, admiro, mas não sou.

    Bj

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  5. Também eu, em muitas leituras por aí, vi que não era minimalista também.
    Odeio ver as casas cheias de móveis e tralhas, mas demasiado vazias também são feias.
    Tudo muito clean e cores claras também não me agrada muito.
    Realmente cada um é minimalista ao seu jeito.
    Eu sou mais numa de livrar de tralha (objectos) que ocupam espaço, dão trabalho a limpar, não preciso…. Ainda não tenho casa mas quando compro algo penso logo em vários aspectos, um deles o trabalho que irá dar a limpar, por exemplo.

    Beijocas

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  6. Pois lá está, o que mais me atrai nos blogs minimalistas são as ideias de organização e planeamento e nem tanto o desfazer-me de itens. E organização e planeamento como dizes muito bem não são de todo ideias pertencentes apenas aos minimalistas. Há ideias muito boas em blogs de minimalismo que gosto de aproveitar e é só. 🙂

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  7. Nunca me tinha deparado com esse conceito da côdea e do miolo mas sem duvida é interessante e. Claro que dá que pensar, toda a gente devia tentar filtrar um bocadinho o que nos sai pela boca. 🙂

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  8. Lá está eu tal como tu respeito e admiro muitooo e me confesso ladra das suas ideias mas adaptadas a mim. É um bocadinho sobre isso que falo também no meu blog, comento as ideias que descubro e acho giras e como as insiro na minha vida. 🙂

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  9. Eu sou minimalista numas coisas mas não noutras, se gosto de tudo organizado, claro que sim, mas por outro lado gosto de ter em casa coisas que me lembrem sítios, pessoas, acontecimentos, etc, coisa que os minimalistas abominam.

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  10. Por acaso gosto de alguns aspectos da decoração minimalista, por exemplo, o uso e abuso do branco, mas lá está, não quero a minha casa vazia. Quanto ao destralhar,estou sempre a tentar fazê-lo mas apenas para aquilo que não quero e não uso mesmo e que só mantém espaço ocupado.

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  11. Te, eu ainda ando aqui às voltas tentar perceber se sou, se quero, se consigo, se resulta… Se for um movimento fundamentalista, para mim está definitivamente posto de parte, se for adaptado a cada um, às necessidades e flexível, parece-me bem. Quanto a etiquetas, tanto me faz, as pessoas levam a vida a colocar rótulos nos outros, não ligo muito. Orgulho em ser e dizer que sou minimalista?! não é o meu caso, mas há quem sinta orgulho nisso. Por agora, vou pela procura de uma vida mais simples, simplificada e feliz.
    Beijinhos

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  12. Pois, inicialmente também andava a tentar perceber até me dar conta que não é isso que importa. Quanto ás pessoas que sentem orgulho em ser minimalistas, se o sentem é porque realmente gostam e querem esse estilo de vida e cada um é como é… Ainda bem que somos todos diferentes.

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